Crítica | Childrens Hospital 6x11 - Me, Owen

Depois de um episódio fraco, temos um episódio sensacional desta vez!


Owen e o agente Briggs trabalham juntos investigando um assassinato no hospital, muito semelhante com uns assassinatos que ocorreram há 15 anos. A semelhança é que as vítimas eram todas namorados da Dra. Cat.


Ao decorrer da investigação, eles começam a suspeitar de um paramédico chamado Brad Lendricks, que trabalha no hospital há 15 anos. Depois de achar o DNA dele na cena do crime, eles prendem o personagem.


O episódio mistura cenas do que está acontecendo atualmente e cenas do passado de Biggs e Owen.


Quando algumas informações não batem, a dupla vai visitar o paramédico Brad na prisão feminina (ele está disfarçado de mulher). Brad confessa que se masturbava nas cenas do crime, por isso seu DNA foi encontrado nelas, mas que ele era inocente. Durante a visita, Briggs revela como realmente conheceu o Owen. Briggs trabalhava num hospital veterinário e, para passar o tempo, ele vestia roupas de gente num babuíno. Depois de raspar os pêlos do macaco e ensiná-lo a falar, ele se tornou o Owen.


Owen e Briggs vão falar com Chief para pedir informações e dados de todo mundo que trabalhou no hospital nos últimos anos. Owen é o único que reconhece que a Chief não está lá, mas sim um babuíno vestido de Chief, que assumia o papel dela pra ela ir fazer apostas. Todo esse tempo o  macaco foi responsável pelas mortes, pois ele era muito forte e não raciocinava direito.


Um destaque para a participação especial do Tony Hale vestido de mulher e Nick Offerman fazendo piadas com as músicas dos The Beatles.


Esse foi, de longe, o melhor episódio da temporada, senão o melhor episódio de toda a série, foi digno de season finale.


Até a próxima!

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