Crítica | Bates Motel 3x08 – The Pit


“Você vai me matar, Norman.” – Norma Bates.



Norma, a mulher mais escorpiana do mundo.


Tivemos o rompimento de dois shipps mozões nesse episódio: Norman e Emma e os nossos queridos Norma e Romero. Culpa de quem? Dos Bates.


Acompanhem o caso: o rapaz se importa com você, dirige até a Louisiana para comprar o carro que você trocou por impulso, traz de volta e te protege de toda a espécie de babacas. Como agradecer? Mentindo. Tudo bem que era algo que não se berra aos quatro ventos, ainda mais para um policial, mas acho que ele merecia no mínimo a verdade. Vamos esperar que voltem às boas graças, porque estou cheio de casais rompendo, e eles não eram nem um casal ainda...


James Finnigan, o terapeuta. Achei que ele ficaria por um bom tempo e teria um romance misterioso e sensual com Norma. Fui otário. Mas o que esperar depois de ser sequestrado e torturado por causa da loira?


Agora, vamos à parte que da série que é igual respeito: boa e eu gosto. Estou falando de Caleb e Dylan. Fechou o tempo para os loirinhos. Eu sabia que o hippie do Chick daria problema. E eu vi direito? O Caleb levou um tiro? NÃO FAZ ISSO COMIGO, BRASIL!


Já a menina Emma é destruidora mesmo! Deu com o pé no traseiro do Norman, fez um agradinho pro Dylan e disse não a uma investida de Gunner. Quem pode pode. Eu só espero que ela não morra por não conseguir o transplante a tempo.


Tá, vamos tirar um tempo para falar do Norman assumindo que, de certa forma, sente umas coisas loucas por sua mãe. Foi tudo tão bizarro, que, nossa, eu esqueço que ele não é apenas babaca, como também um psicopata. E Norma Bates, como sempre, tentando abrandar as coisas. Assume que o guri precisa de ajuda, mulher!


E quando eu acho que não pode piorar, a chata da Bradley retorna e meus olhos quase saíram das órbitas de tanto que os revirei.

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