5 destaques da série The Flash

Durante a fall season de 2014, a grande aposta do canal CW era a série do velocista escarlate e hoje com a recém finalizada a primeira temporada de The Flash o seu sucesso confirmado e estrondoso já que Flash conseguiu ser a série de maior audiência do canal batendo as já veteranas Supernatural e Diários de Vampiro e independente de alguns deslizes que ocorreram logo no início da trama, vale ressaltar alguns dos principais destaques que fizeram The Flash ser bastante aclamada pelo público.


Abaixo eu separei uma listinha com 5 das coisas que eu mais gostei em The Flash e que destacam ela dentre as inúmeras séries que temos por aí, especialmente com tantas séries de heróis, algumas ótimas e algumas nem tanto que estão saturando a TV.


Então vamos a lista:



5 destaques da série The Flash


05


Sem sombra de dúvidas, os produtores, ao introduzirem esses personagens, utilizaram como referência Felicity Smoak, que roubava a cena com seu humor e seu jeito tresloucado de ser na maioria dos episódios de Arrow (até a terceira temporada, que deu início ao loop infinito de pieguice do casal Olicity). Em The Flash, o "casal" (Cisco e Caitlin) são um ponto forte para a série tanto como auxiliares do protagonista, como alívio cômico e por terem personalidade forte.


Cisco é, sem dúvida, o nerd clássico, repleto de referências da cultura pop e criador de apelidos para os vilões (meta-humanos) da semana. Quem, no lugar dele, não pediria uma foto junto com a Canário Negro (risos) como acontece em “All Star Team Up (1x18)”? O momento do “Supersonic Punch Boom Baby” em “The Flash is Born (1x06)” é, sem dúvida, a maior referência já utilizada por ele e que causou o maior frisson entre os fãs.


Caitlin, por sua vez, tem o passado um pouco mais  turbulento, uma vez que, graças a explosão do  acelerador de partículas, seu marido se tornou um ser completamente diferente (Firestorm), como é exposto em “Revenge of the Rogues (1x10), Crazy for You (1x12), The Nuclear Man (1x13) e Fallout (1x14)”. Durante o andamento da série, as coisas acabam se resolvendo e, é possível ver um Caitlin muito mais alegre, colaborando com a narrativa e sendo fundamental para a trama.  A cena mais bem humorada fica por conta do episódio “Crazy For You (1x12)”, onde é possível ver uma  Caitlin bêbada, cantando karaokê – e descobrindo que Barry canta muito bem (afinal de contas, ele foi o Sebastian em Glee) – e pedindo para o “Flash” ajudá-la a por o pijama.


04


Diferente de séries como Gotham, Constantine e Arrow. The Flash, apesar de fazer parte do universo ou pelo menos de um universo parecido, não traz o clima sombrio e realista das demais produções televisivas e cinematográficos da DC Comics, clima esse, que foi introduzido a partir da trilogia do Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan, seguido por Zack Snyder em seu Homem de Aço).


The Flash, nesse sentido, é honesta em não se levar à sério e acaba acertando. Como uma série que introduz um protagonista que pode correr mais rápido que um carro de fórmula 1 e traz vilões (meta-humanos) que têm superpoderes pode versar num universo sombrio e realista? The Flash não tem vergonha de explorar esse lado mais “divertido” dos super-heróis e entregar um conteúdo "bastante Marvel" para o universo televisivo da DC Comics.


Nota: The Flash é, dentre as séries da DC, a única onde se vislumbra o sol. Gotham, Constantine e Arrow têm cenários sombrios, com iminente ameaça de chuva durante o dia e noites quase sempre desprovidas de luz.



03


Que fique bem claro que essas cenas não são exatamente “pós-credito”, mas elas ocorrem após os episódios ou melhor, ao final de cada episódio, geralmente depois que aparece o logo “The Flash”.


Definitivamente, essas cenas trouxeram elementos bastante positivos para a série, pois introduziram segredos a respeito do Dr. Wells (Eobard Thawne) e sobre o passado/futuro de Barry. Elas são um ponto forte dessa primeira temporada pois, trouxeram algo novo para o universo DC da televisão e estão cheias de Easter-Eggs.


Talvez essas cenas possam ser acusadas de serem inspiradas demais no MCU, afinal até Agents of S.H.I.E.L.D. faz isso em todos os episódios, mas elas caíram como uma luva na série do velocista escarlate.


02


Outro ponto de extrema importância para o sucesso da série, seus crossovers.


O episódio “Flash vs. Arrow (1x08)” consegue ser tudo o que o público (no geral, e não apenas o público-alvo) almeja assistir. É, sem dúvida, um dos episódios mais fidedignos à uma HQ, não pela sua história, mas pelo seu estilo – herói encontra herói, os dois lutam um contra o outro e depois precisam salvar a cidade de um vilão: isso lembra a história de algum filme da DC que irá estrear ano que vem?


O crossover nesse episódio ajudou a elevar a audiência de Arrow, que andava em sua faixa regular de telespectadores. Portanto, esse recurso foi muito bem trabalhado pela série e, sem dúvida, ajudou ela a ser pequeno fenômeno que é hoje e sem contar que por falar em crossovers, Flash tá gerando outra série que vai sair em breve, DC Legends of Tomorrow.


01


The Flash também se destacou na televisão em relação às demais séries de super-heróis, pelo fato de saber realizar bem histórias sobre viagem no tempo.


Essa temática é bastante explorada em episódios como “Fallout (1x14), Out of Time (1x15), Rogue Time (1x16), The Trap (1x20) e, é claro, na season finale, “Fast Enough (1x23)”. Nesses episódios, fica evidente que a velocidade do Flash é peça fundamental para todos os acontecimentos tanto do passado, assim como os do presente e, ainda mais, para os do futuro. Fica claro, também, que viajar no tempo traz consequências como já afirmavam Doctor Who, De Volta Para o Futuro e Donnie Darko há muito tempo atrás.


E aí, gostou desse post? Então compartilhe para todos os seus amigos que são fãs de The Flash  e conte pra gente o que você achou da season finale.

Patreon de O Vértice