Crítica | Vikings 3x07 – Paris


"Axe time! Sword time! Shields are splintered!"



Talvez “Paris” tenha sido o episódio mais fraco da temporada, mas está longe de ter sido ruim. Com ele, fomos apresentados a novos personagens e vimos a tão esperada chegada dos Vikings em Paris (finalmente!). Também, tivemos (o que não é de se estranhar) traições. E aqueles que não esperavam ver a Rainha Kwenthrith novamente na série se surpreenderam, com certeza – ainda mais por ela estar com um filho que supostamente é do Ragnar. Aliás, Ragnar é uma máquina de filhos. Não sei como ainda me surpreendo com isso.


Em Wessex, acompanhamos o Rei Ecbert querendo usurpar o trono do pai de Judith. Ambicioso, eu? Imagina, só quero ser o Rei da Inglaterra! Sem falar que não basta ser um traidor, ele também tem que dar em cima da mulher do próprio filho. Me pergunto qual é o nível de loucura desse rei... Quando a gente pensa que viu de tudo, não é?!


Não posso deixar passar em branco o drama da Porunn nesse episódio. Sim, fiquei com muita pena dela por causa do acidente, mas agora ela está sendo muito dramática, por favor. Parece que ela quer que o Bjorn a deixe. Bom, mas parece que está dando certo, pois, ao que tudo indica, essa Torvi é a futura mulher do nosso Viking. Alguém aí se lembra da profecia do Urso? Pois é, Vikings gosta de nos dar spoilers em forma de enigmas...


Será que eu fui a única que estranhou a bondade do Ragnar com o Floki nesse episódio? Que o Ragnar é persuasivo, isso já sabemos, mas parece que o Floki não é. Sim, tem algum dedo torno nessa história. Ragnar deve saber que o Floki matou Athelstan, pois, convenhamos, aqueles olhares no começo do episodio não foram à toa, mas ele ainda o poupou, provavelmente por saber que Floki é o único capaz de construir armamento para suas invasões. Ou eu estou sendo muito paranoica?


Bom, mas agora nos resta aguardar pela invasão, que com certeza será sensacional. Até porque já sabemos que, quando se trata de guerra, Vikings não decepciona!

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