Crítica | Shameless 5x11 – Drugs Actually


“Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.”



Não, não é Prison Break, é Shameless mesmo. Quem acompanha a série sabe que, geralmente, quando as coisas estão boas demais (é raro, mas acontece), algo bad pode e irá acontecer. Eu tenho uma atração por séries assim, pois, com certeza, é emoção garantida. E em Drugs Actually, o que não faltou foi emoção.


Primeiramente, antes que eu me esqueça, que cena foi aquela dos trilhos? SENHOR JESUS, não faz isso comigo, fiquei imaginando a sensação que seria transar em cima dos trilhos, com ele vindo em sua direção. Mano, muita doideira, muita adrenalina! Caraca, moleque, que dia, que isso! E já aproveitando a deixa, gostaria de dizer que as cenas do Frank com a Bianca estão sendo impagáveis. Química muito boa... E a sinceridade (?) da parte dele é algo, no mínimo, estranho. Mas vamos dar um quinquagésimo voto de confiança para o cara e esperar pela lua de mel do casal Frankanca (que já shippo, vale deixar claro).


Outro casal badass, que graças a Jeová já está junto e misturado é a V e o Kevin. Demorou, mas foi! E vale mencionar que eles voltaram com uma conversa phyna, digníssima, um diálogo ímpar, mais romântico impossível (vou fazer isso qualquer dia com meu namo só pra testar uma coisa). Posso apostar com qualquer um que eles são Romeu e Julieta do século XXI.


Outra coisa super comum, bem normal, é o casamento aberto no qual Lip se encontra. Galera, eu vou dizer um negócio pra vocês: isso tem cheiro de confusão, de briga, de sangue e de morte tão grande que só acompanhando pra ver. Apesar disso, está sendo divertido ver as embaraçadas situações em que a professora sem classe coloca o Lip. E achei legal ele ter defendido o lugar onde ele cresceu, onde foi feliz, foi triste, foi trouxa...


Mas quem já está em apuros sem antes ter chegado à season finale é o Ian. A volta da Mônica pode vir a piorar a situação dele, e o mais chocante é que ele já mantinha contato com ela. Acho que isso era previsível, ainda mais depois de que a Fiona disse aquelas coisas sobre ele. Todo aquele papo de que ele é autodestrutivo e que não sabe se cuidar sozinho foi crucial para a volta da Mônica. É como se só ela o entendesse, justamente por ambos terem a doença, e isso é ruim, porque ele afasta, consequentemente, quem só quer ajudar. Mas por outro lado, é complicado ajudar alguém quando você não tem noção da dor, do sofrimento. É complicado, mas não é impossível. De qualquer modo, a season finale promete muita coisa, e eu já estou sofrendo por antecipação, só no aguardo.


E por último, e sem importância nenhuma: Sammi. Velho, vaso ruim não quebra e isso a gente já sabe, mas não custa nada essa regra possuir uma exceção, né não?! Eu já estava agradecendo não só pela morte, mas pela forma como o Mickey lidava com tudo. Velho, ali foi uma aula de frieza e calculismo. Aprende com quem sabe, Debbie.


P.S.: Stevlana voltou <3


P.S.: O Kevin tentando falar o nome do bebê russo, tão eu.


P.S.: Por mais cenas Debbie e Mickey, por favor.


P.S.: Eu ri demais com o Frank quase caindo do telhado, com o Frank quase morrendo por causa do trem. Melhor adição da série: Bianca.


P.S.: GuzzzZ vai voltar e o Jimmy não? Achei ofensivo.


P.S.: Cadê o Carl? Oxe!


Então é isso, se preparem pra SF. Bjos!

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