Crítica | The Originals 2x18 – Night Has a Thousand Eyes

Dahlia is here!

Depois de tanto esperar, finalmente este dia chegou! Não só por ter chegado o dia de conversarmos sobre “Night Has a Thousand Eyes”, o episódio desta semana de The Originals, mas porque Dahlia finalmente resolveu se juntar a trama.


Sim! Embora nos primeiros minutos ela tenha usado truques que lembram Esther, quando ela resolveu dar as caras mesmo, a coisa ficou pra lá de séria. Na verdade, com uma chegada dessas, eu até entendo ter nos feito esperar todo esse tempo.


Mas vamos aos detalhes:


Eu não posso negar que ela me surpreendeu um pouco por aparecer. Depois de tanto tempo, podia ter só ficado no truquinho de controle da mente, mas ela chegou matando e destruindo, e se isso foi só uma “amostra” do poder dela, dá para entender o motivo para até mesmo os Originais a temerem tanto.


Uma coisa legal do episódio foi ter retomado o cenário urbano, o jazz nas ruas, todo esse clima mais místico que New Orleans tem logo de início. Como a magnitude dos eventos foi aumentada (sempre um inimigo mais poderoso, exatamente e estrada que estragou The Vampire Diaries... já estou divagando!) não temos mais a chance de ver a beleza da cidade ser usada de maneira apropriada como na primeira temporada.


Fazer a relação de Aiden e Josh ser a trama secundária do episódio foi criativo, embora tenha ficado um tanto fora de contexto. Aiden tem ajudado e ouvido Klaus por um tempão e só agora ele percebeu que isso poderia acabar mal? #ComeOn!


Mudando de personagem, mas sem abandonar a área negativa, Jackson continua se provando o personagem que eu mais espero que acabe mal no fim da temporada. Certo, fugir até poderia garantir alguma paz para Hope e Hayley, mas se Katherine nos ensinou alguma coisa, é que não se escapa dos Originais. E se Klaus já é “obstinado” (para dizer o mínimo), Dahlia é ainda pior.


Agora sim melhorando as coisas, resgatar Davina como menos insuportável e mais atuante na trama também foi uma jogada de mestre. É uma pena que Klaus tenha usado tanto cinismo para conseguir a ajuda da garota. Entendo que há um longo passado de problemas entre os dois, mas mesmo assim, acho que as coisas já deveriam se resolver pacificamente entre esses dois, especialmente depois do que aconteceu com Kol.


Cada dia mais, a dinâmica Elijah-Josephine fica melhor! Ela é, sem dúvida, a bruxa mais espirituosa que já tivemos, e contrastar isso em relações diplomáticas com Elijah é simplesmente perfeito. Ainda não acredito que o fim dela será aquele! (#LutoJosephine)


Nunca achei que ficaria contente com o retorno de Mikael, muito menos que veria o dia em que Klaus e ele se aliariam, mesmo que seja para lutar por um mesmo objetivo. A cena dos dois no final, tanto ódio, tanto ressentimento, tanto desespero, tudo isso combinado num último (?) – será que não trazem ele de volta? – confronto entre “pai” e “filho” formou uma das sequências mais espetaculares que estes personagens já dividiram.


Agora teremos que esperar que esta semana termine de passar e que o próximo episódio, que pode ou não nos trazer as respostas que tanto queremos, chegue logo. Então, nos vemos lá!

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