Crítica | The Originals 2x16 – Save My Soul

Dahlia is coming!


Oi, galera! Depois de um atraso mais que gigante, finalmente consegui ver e escrever sobre “Save My Soul”, o episódio de The Originals que foi exibido no dia 16/03. Sim, foi uma demora gigantesca, e peço desculpas por isso. Me justificarei sobre isso, é um parágrafo só e, se você não quiser saber, pode pular direto para a review.


Embora não seja um espaço para compartilhar coisas pessoais, devo uma justifica aos leitores e ela é a seguinte: eu fui assaltado na semana em que o episódio saiu. Ele estava no meu iPad (que foi levado, junto com celular, notebook, carteira, e outros objetos pessoais) e o episódio foi a última coisa que me preocupei em recuperar. Depois veio aquela velha cruzada para achar um link bom, e tudo mais. Realmente sinto muito pelo atraso, prometo que não acontecerá novamente. Eu sei que pode ter alguém achando esse parágrafo de introdução longo e a justificativa detalhada um tanto desnecessária, mas é um fato que, para mim, ser honesto com o leitor, não importa de qual mídia ou tipo/gênero textual, é uma obrigação do autor. Não obrigo ninguém a ler, mas acredito que quem lê merece toda e qualquer informação que altere a divulgação ou desenvolvimento do texto. Enfim, é isso.


Agora sim, vamos à review:


Só eu percebi que a “insanidade” já retratada em Klaus no que toca a família é um traço forte na Dahlia que vimos nos flashbacks? Na verdade, assim como Elijah tão habilmente apontou, muito de Dahlia parece com Klaus. Me pergunto se tudo isso vai ser mais trabalhado, ou se ficaremos só com a parte sobre “família”, que parece ser a febre do momento.


Pode até ser maldade minha duvidar, mas a série já nos deu vários exemplos de que é bom ter sempre uma segunda opinião, por isso resolvi perguntar: eu sou muito insensível por considerar que toda a história que Freya contou é conveniente demais? Não me entendam mal, eu me comovi sim, mas algo simplesmente não encaixa! Mesmo depois da história completa dela, algo continua me dizendo que ela esconde algo.


Nesse meio tempo, a série também nos deu algo do que reclamar. A trama com Vincent como elemento para, literalmente, forçar Cami na história enquanto tenta criar uma explicação whatever para Eva Sinclair estar “vazando” e usando o corpo dela para fazer as traquinagens anteriores realmente não está servindo. Eu tive esperanças pelo plot, mas já me decepcionei. MAS, se ela realmente atacou Davina, retiro o que disse e vou morrer de curiosidade para saber como acaba.


E enquanto tudo isso acontece, lá na casa dos lobisomens as coisas vão mal. A semente da discórdia plantada por Klaus está motivando questionamentos a liderança de Jackson, e confesso que, não achei que Hayley fosse confrontar Klaus daquela maneira neste episódio. Eu sabia que aconteceria, e embora tenha o tom certo do episódio, mostrar Klaus pressionado sobre em quem confiar no que diz respeito a segurança da filha, foi um risco, já que ele podia muito bem ter saído para fatiar Jackson se a conversa tivesse tomado outro rumo.


É fato que esta temporada superou a primeira e que, a muito superou The Vampire Diaries, mas uma queixa tem que ser feita: o calendário não está ajudando. Incontáveis e longíssimos hiatus recortam os episódios! Tanto tempo passa que você praticamente não lembra do que aconteceu no episódio anterior quando o próximo chega. E o pior é que, por causa da distância entre os episódios, pela segunda vez eu esperei que Dahlia simplesmente aparecesse e colocasse fogo no Quarter inteiro, e mais uma vez fui enganado (kkkkkkk)! Pelo andar da carruagem, ela só chega na Season Finale. Certo que a coisa com a caixinha de músicas no final foi um indicativo bem óbvio dela, mas tem tanta coisa para abordar ainda, que fica difícil prever o que virá em seguida.


Enfim, vejo vocês no próximo episódio!


P.S.: Só eu espero que Josephine vire regular na próxima temporada e assuma o lugar de “toda poderosa” da comunidade bruxa?

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