Crítica | Glee 6x12/13 – 2009/Dreams Come True [Series Finale]


"Um mundo onde o quarterback vira melhor amigo do gay e a garota do nariz enorme acaba indo para a Broadway."



Infelizmente, toda série chega ao seu final. Dessa vez, nos despedimos dolorosamente de Glee. Após seis longas temporadas, distribuídas em seis longos anos, a série nos presenteou com as suas últimas performances.


Como não sentir falta do começo? Como não sentir aquela nostalgia do período em que Glee nos ensinava que tudo era possível, que bastava apenas acreditar em você mesmo? Pois é, na sua reta final, Glee nos mostrou (novamente) o real motivo da série.


Preciso comentar que o episodio 2009 foi um dos mais emocionantes da temporada. Acabei de assisti-lo com lágrimas nos olhos. Tive a oportunidade de rever o começo da série, mas dessa vez com outra perspectiva. Vimos pela última vez nossa querida Rachel discutindo pelos solos e nossa querida Mercedes querendo ter destaque. Ah, como foi bom ter a oportunidade de revê-los da mesma forma que começaram!


Isso sem contar com a grande homenagem que fizeram ao Cory Monteith (Finn Hudson). Com certeza, esse foi o ápice episódio. Lindo, arrepiante, indescritível!!!


Sabemos que Don't Stop Believin’ é o hino da série, mas me pegaram desprevenida... Não esperava ver a primeira performance da série no penúltimo episódio da tal. Esse episódio com certeza foi um soco no estômago...


Porém, infelizmente, o previsível chegou: o final. Melhor, o final não esperado pelos fãs, pois quem é fã não quer que sua série favorita acabe. Falo isso por experiência própria. Confesso que o fim que deram para Glee não foi o que eu esperava, mas, pelo menos, ele fechou a trama dos principais personagens. Nada mais justo que o final da série nos mostrar a vitória na vida deles!


Tivemos a oportunidade de ver os Newbies ganhando as Nacionais, algo que, para mim, deveria ter tido um episódio focado nisso. Mas enfim... pelo menos, vimos esta vitória.


E como esperado, Sue se deu bem na vida, não é mesmo? Jamais imaginaria ver a nossa treinadora como vice-presidente. Reinou até no final da série. Mas nada me satisfez mais do que ver o Mr. Schue, Rachel, Sam, Kurt e Blaine se dando bem na vida. Foram merecidíssimas as carreiras que todos construíram. Enfrentando tantas quedas, eles conseguiram o final que tanto desejavam. E o que falar da cena em que o Glee Club finalmente teve seu reconhecimento? Digno, muito digno!


Mas Glee não seria Glee sem aquela performance emocionante, ainda mais se tratando da última de toda a série. E como esperado, foi uma homenagem ao Finn (e ao Cory). Um ato que achei lindo, pois em nenhum momento deixaram a memória dele sumir na trama, sempre o estiveram citando e, por fim, mesmo ele não estando presente, o homenagearam. Grande presente aos fãs do ator e personagem, com certeza.


Mas, infelizmente, é isso. Acabou... Agora, só nos resta relembrar os momentos únicos que a série nos proporcionou, além de levar conosco seus grandes ensinamentos. Glee ficará na historia da TV e, com certeza, ficará para sempre no coração dos fãs. Da minha parte, só me resta agradecer e jamais deixar de acreditar. Adeus, Glee!

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