Crítica | Bates Motel 3x04 – Unbreak-Able


“Jovens podem ser confusos.” – Norma Bates.



Podemos pular para a parte onde Norman para de ser um completo idiota?


Dylan FI-NAL-MEN-TE apareceu na casa dos Bates, porém nas circunstâncias que nós já estamos familiarizados: tragédia. Mas tudo bem, pois, como disse, já estamos acostumados com isso. E agora ele será parte ativa do plot Annika Johnson e Arcanum Club, mas, assim, isso não está meio repetitivo?


A série está resgatando elementos antigos, como assassinatos sob circunstâncias misteriosas e máfias/pessoas que regem ou têm certo poder na cidade. Alguém sem importância morre e inicia algo maior, essas pessoas/máfias são derrubadas por esforço conjunto de Norma e Romero para começar de novo na próxima temporada, enquanto Norman fica de acessório, sempre sem saber de nada enquanto seu eu psicopata é deixado em último plano.


Falando em elementos que foram resgatados, vimos Norma e seu novo interesse romântico. Aposto todas as minhas fichas que ele não será capaz de suportar todo o drama que acompanha a loira e sua família. Assim, os dois acabarão magoados e Norma terá um surto costumeiro.


Ainda, esse foi o episódio do nosso esquecidinho Dylan: de personagem deixado de lado, o forasteiro da família tomou as rédeas da situação, assim como na primeira temporada. Bates unidos (por Dylan) jamais serão vencidos.


A relação dele com Caleb é uma coisa um tanto única, mas é bonitinha. Os dois brigando no telhado e Dylan todo preocupado porque papai havia caído foi bem importante para os dois. E o filho costurando a mão do pai, enquanto ele confessava seu amor por Norma, foi um dos melhores momentos do episódio, senão o melhor. É o Dylan, ele sempre cuida de todos, porque é quem ele é, mesmo que não tenha ninguém para cuidar dele.


Mais um parágrafo pro Dylan, pode? O abraço que ele deu em Norma destruiu minha vida. Quero mais. Agora, a única coisa entre os dois se chama Norman Bates, o cara que usa Emma e depois a descarta porque sua mãe disse que devia ser assim. Não ligo para o Norman, gente, só me deem mais cenas entre Dylan e Norma.

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