Crítica | The Originals 2x15 – They All Asked For You


“Either way, a new day is coming. whether we like it or not. The question is, will you control it, or will it control you?”



Sim! Finalmente estamos reunidos mais uma vez para conversar sobre The Originals! E tenho que dizer, embora eu soubesse que seria um episódio mais ameno, com algumas explicações e mostrando os desenrolares dos acontecimentos que antecederam o hiatus, não esperava que “They All Asked For You” fosse trazer tantas reviravoltas.


Quero começar falando da nova Original do pedaço. Freya tinha chegado e logo entrado para o hall dos personagens que amamos odiar (afinal, eu ADOREI a personagem, mas não achei legal ela ir pulando para o lado de Finn logo de cara). Mas nessa semana, quando ela literalmente encaixotou – talvez eu devesse repensar esses trocadilhos... hahaha – Finn e já está aprontando alguma coisa.


Mas mesmo assim, achei que usar Freya como elemento humanizador de Mikael funcionou muito bem. E meus cumprimentos a Sebastian Roché, que conseguiu gerar uma katharsis muito forte. Foi possível sentir todo o ódio, todos os ressentimentos e a raiz da maldade – não me entendam mal, essa nova persona dele ainda é tão capaz de fazer o que vimos anteriormente em The Vampire Diaries quanto antes, só que agora, motivado pela filha louca (que ainda não me convenceu que não está agindo a comando de Dahlia) e não pelo luto – foram dissipados em segundos de atuação, e sem deixar de fazer o público sentir essa mudança.


Já em partes não tão legais do episódio, só sou eu que não entendo mais Hayley? Certo, ela abraçou a ideia de se “sacrificar” pelo povo, vivendo um ritual e um casamento que literalmente não aceita separação, mas não significa que ela tenha que já ter uma receita pronta para pular na cama com Jackson. (#JustMyOpinion)


E outra: acho muito conveniente que depois de ser entretida pelo lobisomem ela resolva se colocar como defensora da matilha. Klaus pode ter até apresentado o caso com sua clássica frieza e de modo extremamente calculista, mas os lobos são realmente um mal necessário nessa situação. Se Dahlia for realmente tudo o que dizem, e com Mikael passeando por aí, não vai sobrar matilha para ela cantar de rainha.


Mas nem tudo são reclamações da minha parte! Gostei muito de Elijah e Gia. Não que eu ache que ele e Hayley já esgotaram toda a química entre eles, mas desde o começo da temporada – lembram de Elijah ensinando Gia a se adaptar, lutar e conviver com seus sentidos apurados lá no episódio “Live and Let Die”? – eu espero que um momento desses aconteça entre esses dois.


Uma coisa que me intriga é se Klaus realmente acredita que simplesmente uma mudança de Alfa colocará os lobos verdadeiramente sob seu controle. Quer dizer, não funcionou antes, e Aiden pode até ser mais suscetível por querer ser livre do comando incoerente e incompetente de Jackson, mas não acho que quando isso acontecer ele vá simplesmente ficar superfeliz em obedecer Klaus. Sinto que problemas surgirão daí.


E para terminar, que história de Eva Sinclair é essa?! Rebekah está usando os truques dessa aí ou Eva está imprimindo sua consciência e voltam a aparecer quando o subconsciente de Rebekah está enfraquecido? Já esperava por um cliffhanger clássico de fim de episódio, mas torci por algo sobre Freya, não essa loucura com o corpo de Rebekah.


Resta esperar pelo próximo episódio para saber o que acontecerá. Então até lá, vou esperar as teorias de vocês. Nos vemos na review de “Save My Soul”.

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