Crítica | Stalker 1x17 – Fun and Games

Obrigada, Stalker, por finalmente entregar o episódio que todos queriam ver.


O episódio desta semana comprovou aquilo que eu tinha dito anteriormente: esta série pode ser muito mais. Com um mix de cenas de ação e uma trilha sonora competente, acompanhamos Ray, o stalker-mestre, colocando seu plano em ação: para se aproximar de Beth/Michelle, ele sequestrou Tracy, a melhor amiga de sua amada, e a usou como isca. Se o objetivo era deixar Beth desestabilizada, ele conseguiu.


O cargo de tenente de uma unidade policial é muito importante e requer total entrega por parte do comandante. Como Beth se envolveu pessoalmente com um dos casos, seus chefes a afastaram do comando até que a situação de Perry/Ray seja resolvida. Assim, entrou uma nova personagem: Vicki Gregg, uma ótima adição ao elenco.


Falando em Perry, estava demorando essa reação dele. Desde que soltou o Ray, ele percebeu o tamanho de seu erro. Mas foi quando soube do envolvimento de Tracy nos planos do stalker-mestre que as coisas realmente saíram do controle, e Perry encarou Ray na tentativa de ajudar Tracy.


Com Tracy estando nas mãos do psicopata Ray, todas as atenções se voltaram para seu resgate. Ben acompanhou Beth para seu residência com escolta policial, enquanto o restante da TAU perseguiu Ray. O que não contavam é que esse era o plano: afastar todos da Beth para pegá-la mais facilmente.


Convenhamos, Tracy não é a melhor das fugitivas, mas foi esperta o suficiente para se manter consciente e avisar a polícia que Ray estava indo atrás do seu prêmio: Michelle.


O episódio foi intenso de modo geral, mas foi o final que superou tudo que vimos na série até agora. Ray atirou em Ben e conseguiu fugir levando a Beth. Nos resta agora aguardar para saber os acontecimentos do próximo episódio, possivelmente o último de Stalker.


E sim, me assustei tanto quanto Beth com o Perry ensanguentado no porta-malas.

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