Crítica | Grey’s Anatomy 11x12 – The Great Pretender


“Everybody lies.”




“Todos têm algo a esconder. Não podemos simplesmente expor nossos segredos ao mundo. É assim que nos machucamos. É assim que nos arriscamos machucar outras pessoas. Precisamos decidir o quanto revelar e guardar a verdade para nós mesmos.”



É com essa entrada esplêndida da Meredith que se inicia “The Great Pretender”. E olha... que episódio gostoso, divertido, leve e ma-ra-vi-lho-so. A única coisa de ruim e que eu tiraria sem piscar duas vezes era a Catherine. Ô mulherzinha insuportável. Com aquele cabelo, então... Só Jesus na causa. Mas, vamos falar de coisa boa, vamos falar de tekpix!! (não)


Os casos apresentados foram de extrema importância para todo o episódio em si, importante porque eles acabam aprendendo com os pacientes. Vejam só, o irmão do Ben, ou irmã, vocês que escolhem, sabia exatamente o que queria, ser uma mulher, mas ele só não queria que ninguém soubesse, e ele veio escondendo isso da família. Já no outro caso, uma mulher caiu da escada logo após seu namorado a propor em casamento, e ela vinha fingindo desmaiar sempre que ele falava algo com ela. Isso tudo porque ela não queria contar a simples verdade para ele: “I hate you”.


Paralelo a tudo isso, tínhamos várias histórias incomuns. Meredith mentindo para todo mundo, em especial para a sua irmãzinha Pierce. Catherine mentindo para Richard sobre suas reais intenções com ele. O restante do pessoal trocando figurinhas sobre quem sabe flertar melhor, a época que todo mundo ainda estava no jogo e blá blá blá.


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O fato é que, todo mundo mente, todo mundo conta uma historinha ali e outra aqui. Isso tudo porque somos humanos, ora. E eu acho isso fascinante, afinal, se privar de certos detalhes nunca é demais. Se privar da exposição nunca é demais. Mesmo que se confie muito em alguém, nunca se saberá se isso acabará senso usado contra você. Até porque você tem o direito de permanecer calado, tudo que disser pode e vai ser usado contra você.


Grey’s trouxe um episódio leve, divertido e, acima de tudo, com resquícios de quero mais. Toda a carga negativa do episódio passado nos prendeu a algo tão bom e simples, que me lembrou dos velhos tempos. Mas a série tem disso, né?! Um estrategicamente pesado, dramático, outro solto e inocente...


P.S.: Alguém mata essa mulher (Catherine).


P.S.: Pierce sabe a barra? Não força...


P.S.: Discurso da Bailey foi maior que tudo e todos.


P.S.: Dra. Herman toda se entregando. Olha, Deus tá vendo, viu?!


P.S. Lacrador: O corpo da Ellen Pompeo.


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Fiquem com essa imagem na mente. Vou ali dar uma corridinha, bjão!!

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