The Originals 2x10 – Gonna Set Your Flag on Fire

É assim que se faz a volta de um hiatus!


Finalmente, temos mais algumas das traquinagens dos nossos vampiros, híbridos e lobisomens favoritos para discutir. Sim! The Originals está de volta – e, decididamente, com um episódio excelente. “Gonna Set Your Flag On Fire” trouxe literalmente tudo o que podíamos esperar. Mas já basta de introdução, vamos aos detalhes.


Tenho que começar dizendo – e quem acompanhou meus textos sabe a razão – que eu ADOREI que Esther tenha sucumbido. Ver Finn/Vincent – que criança dramática! – expressar toda a sua repulsa pela fraqueza da mãe, somado ao fato de que ela sucumbiu a se tornar aquilo que ela mais odeia, provando o quão hipócrita e desprezível ela é, foi simplesmente recompensador. (Ufa! Achei que eu não conseguiria resumir isso... hahaha)


Há, entretanto, um fato que começa a me preocupar. Finn/Vincent conseguiria, tranquilamente, levar a outra metade da temporada sozinho. Ele está canalizando o poder dos pais, e tenho certeza que isso é só a primeira das cartas que ele tem guardadas, o que, por sinal, foi sensacional. Então, como isso será conciliado com o retorno de Dahlia? Sabíamos que esse retorno era uma larga possibilidade, já que Hope não foi morta, mas não esperava que fosse ser assim tão rápido. A ideia de Rebekah sobre mandar uma mensagem e a maneira com que Freya foi inserida na série foi muito genial.


Enquanto isso, o casamento de Hayley e Jackson continua a avançar a passos largos até nós. Será que este será o cenário para a Season Finale?


A loucura de Elijah e a interação dele com Cami – já que agora ele não tem mais chances com Hayley – rendeu um plot interessante, embora tenha sido mais uma trama secundária.


A relação de Davina e Kol continua a se provar útil, impedindo que o massacre acontecesse entre os lobisomens e os vampiros. E falando dele, o que realmente foi bom – e justo! – foi a reviravolta na situação de Kol. Não acreditava completamente, mas Klaus realmente estava decidido a deixar toda a sua raiva contra Kol de lado e o aceitar de volta na família. A cena com o absinto no começo do episódio, leve e fraterna, uma coisa bem “entre irmãos”, foi muito bem orquestrada. Uma pena que Klaus finalmente percebeu que Kol era o responsável pelo que aconteceu com Rebekah e o fez pagar.


E, já que mencionei tanto, tenho que dizer que, embora não tenha ficado satisfeito com a atriz que foi selecionada para ser o corpo de Rebekah, ela até que se saiu bem. Não é nenhuma Claire Holt ( <3 ), mas pelo menos não ficamos sem a personagem.


E no cenário do sanatório, quem nos aguardava senão a última das garotas da Colheita, que já foi até corpo de Esther: Cassie? Acho que, já que Davina é mais um risco do que qualquer outra coisa – além de ser mortalmente irritante! –, o papel de bruxa dos mocinhos precisa ser preenchido, e não posso negar que gostei do trabalho de Natalie Dreyfuss, que é bem mais velha do que aparenta!


Acho que é seguro dizer que as ruas de New Orleans vão ver batalhas mais épicas ainda nesta segunda metade da temporada. E embora o episódio tenha nos deixado com algumas dúvidas – como Finn conseguiu, sozinho, derrubar Mikael para canalizá-lo (sinto muito, mas Mikael é muito fdp para ter, de bom grado, concordado com essa situação!)? Como será esse plot da “Casa das Bruxas”? Será que um novo tipo de magia será abordado com a inserção “d’A Tribo”? Enfim... –, o episódio em si foi, como sempre, fantástico. A série nos prova cada dia mais que “qualidade” é a palavra-chave para se descrever os episódios e suas tramas. Resta-nos esperar que Brotherhood of the Damned seja ainda mais fantástico. Nos vemos lá.

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