Chicago PD 1x13/14 – My Way/The Docks

Chicago PD 1x13/14 – My Way/The Docks

“So let me be clear. Forget warrants. Forget the rules. It's on us to catch him.”

Chicago PD continua sambando nas nossas caras! Sem deixar a peteca cair, a série conseguiu manter o nível depois do incrível episódio crossover com Chicago Fire.

“My Way” lidou com a volta do maldito Pulpo. Ele supostamente tinha que ajudar a inteligência a pegar o bandido do Munoz, aquele que escapou no episódio 11 depois de surrar metade dos homens Voight. Era muito claro que ele não ajudaria em coisa nenhuma, já que tudo não passava de um plano de fuga – muito bem executado, por sinal. Mas, mesmo com todas as pistas falsas dadas por Pulpo, conseguiram pegar o Munoz. Ele foi morto com um tiro certeiro de Jay.

Toda a fuga do Pulpo foi meio que lerdeza do povo da inteligência, que deixou a mulher dele passar sem ser revistada. Aí, ficou tudo muito fácil, né? Foi só esperar o momento certo para sair atirando em todo mundo e fugir. No meio da confusão, Antonio foi baleado (para nossa tristeza). Esse, se for baleado mais uma vez no decorrer da série, já pode pedir música no fantástico (eu não sei se vocês lembram, mas ele já tinha sido baleado na primeira temporada de Chicago Fire).

Como já era de se esperar, Voight virou o cão e jurou que daria um fim no Pulpo. E foi isso que vimos em “The Docks”. Esse episódio me agradou bastante, pois focou no emocional dos personagens, ao invés de um caso da semana. Eles acharam o Pulpo bem facilmente, até porque ele não era a pessoa mais importante aqui. O grande charme de tudo foi mostrar as diferenças nas personalidades e nos princípios de cada um. Enquanto Voight queria dar um fim no Pulpo, Jay e Antonio (que vai ficar bem, obrigada) queriam que ele fosse preso. Já o Olinsky estava bem em cima do muro.

Confesso que o Jay me irritou muito. Devo ser a única que não o acha essa coca cola toda. Entendo que ele tem seus princípios e que talvez matar o cara não seria mesmo a solução, mas ele fez um mimimi tão grande... Até parece que ele não sabe como o Voight é. Enfim, depois de muita discussão, eles decidiram deixar o Pulpo vivo, para que assim várias consciências sejam poupadas. Falando no Voight, fiquei muito curiosa para saber a história do pai dele. O que será que o cara que matou o parceiro do Olinsky tinha a ver com isso tudo? Será que ele matou o pai do Voight também?

Paralelamente a todo o arco Pulpo, descobrimos que Jin é o informante da corregedoria. Eu já esperava que a Sumner não fosse a fofoqueira, mas também não pensei que fosse ele. Pelo que deu para entender, o pai dele tem problemas com o FBI e o japa/coreano/chinês/whatever está sendo chantageado para passar as informações sobre Voight. Com tudo isso, quem acabou se dando mal foi a Sumner, que foi transferida para a Narcóticos. E ela também tem um caso com o cara da corregedoria, cujo nome eu nunca lembro, mas não acho que isso seja mais relevante para a história, já que ela está fora mesmo.

Ainda, o passado de Lindsay voltou com tudo para assombrá-la (e para me confundir também). O tal Charlie é um puta estranho e, definitivamente, trará muito problema. Cheguei a criar umas mil teorias sobre qual a relação que eles podem ter, mas, em cada cena, elas foram derrubadas. Só sei que Lindsay, Charlie e a outra moça cresceram juntos e que também existe aquele menino que é filho do Charlie com a avulsa lá.

O quase romance de Burgess e Ruzek fica cada vez mais complicado. Até agora, só trouxe decepções para a policial. Ele, muito idiota e nada delicado, decidiu que daria outra chance a seu relacionamento e praticamente mandou a Burgess ir pastar. Tudo em vão, pois a noiva dele terminou o noivado algumas horas depois. Agora, ele perdeu as duas. Para piorar, devido à transferência de Sumner, uma vaga na inteligência estava disponível. Atwater foi o sortudo que a conquistou, porque Voight não aceita relacionamentos dentro de sua unidade, o que prejudicou Burgess, que merecia bem mais o cargo. Apesar de ter ficado chateada com toda a situação, não dá para dizer que a atitude tomada por Voight não faz sentido.

P.S.1: Fiquei com muita pena mesmo do Olinsky. Quero que ele consiga resolver as coisas com a sua esposa.
P.S.2: Estou adorando a maneira na qual Platt vem sendo “amansada” em cada episódio. Afinal, não dá para ser ranzinza 24 horas por dia, né?
P.S.3: A participação de Otis (Chicago Fire) foi muito engraçada, mas me deixou pensando na timeline das duas séries. Elas supostamente estão se passando ao mesmo tempo, mas quem viu a finale Chicago Fire sabe que não dava para o Otis estar ali. Eu acho que CPD está meio atrasada em comparação a CF (ou então os roteiristas perderam a mão mesmo).
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