Uso da palavra “fuck” bate recorde em O Lobo de Wall Street

Não bastando o fato de que a história em que O Lobo de Wall Street foi baseada seja polêmica por si só, Martin Scorsese, que também já fora acusado de glamorizar a produção sobre o corretor da Bolsa Jordan Belfort, ganhou mais item na lista de controvérsias. De acordo com o Wikipédia, através do /Film o filme bateu o recorde de uso da palavra “fuck” em uma obra de ficção, que em português é traduzido como f*der, c*ralho, ou p*rra.


Ao todo foram 506 vezes ao longo de 180 minutos de filme, superando O Verão de Sam (1999), de Spike Lee. Porém essa não é a primeira vez que Scorsese usa tanto termo norte-americano. Em Cassino (1995) foram 422 vezes em 178 minutos, em Os Bons Companheiros (1990) foram 300 vezes em 146 minutos. Quem supera a todos é o documentário “Fuck” (2005) que mostra justamente o uso do termo nos EUA, sendo citado em 93 minutos 857 vezes.


Em O Lobo de Wall Street, Leonardo DiCaprio interpreta Belfort e mostra como o corretor passou 22 meses na prisão após se negar a colaborar, em 1990, com as investigações de um caso generalizado de fraude bancária que envolvia corrupção em Wall Street e até negócios com a Máfia. Jonah Hill vive Danny Porush, que é convencido por Belfort, seu futuro melhor amigo e sócio, a abandonar seu trabalho como vendedor de móveis e entrar no lucrativo, porém inconstante, mercado de ações. A produção também mostra a ascensão e queda da dupla, em meio a escândalos, fraudes e excessos.


O Lobo de Wall Street estreia aqui no Brasil em 24 de janeiro.


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